Agnes de Deus

Posted: 29 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
5

Contém Spoilers

Quando o filho da jovem freira Agnes é encontrado estrangulado pelo cordão umbilical , uma psiquiatra designada judicialmente , Martha Livingston deve decidir se a devota porém problemática garota está apta a submeter-se a um tribunal.Em sua busca pela verdade , Martha bate de frente com a intratável Madre Superiora , que garante que Agnes não se recorda da gravidez.Mas a investigação revela aspectos misteriosos da personalidade de Agnes.

Como na resenha do filme passado (Um Sonho Possível) eu não sou nada simpatizante de filmes com a temática esportiva e já com a temática convento e suas controvérsias é na maioria das vezes filmes que mais me agrada , a uns meses atrás já tinha gostado bastante de Dúvida , só que até então só estava curioso sobre esse Agnes de Deus , então assisti e conferi essa obra prima que não sei porque diabos é esquecido pelo grande público.
Pra início de conversa o filme já começa chamando muita atenção e nos prendendo atenção nos primeiros 3 minutos , desde da cena inicial mergulhamos numa trama envolvente , interessante , intrigante que em qualquer segundos que perder do filme pode ser crucial.

O roteiro e a direção do filme caminham da forma que eu gosto numa sincronia invejável e com uma fotografia simples mas cuidadosa a qualidade do filme só aumenta , falando em qualidade da parte técnica , a trilha sonora de Georges Delerue (toda instrumental) é meticulosa e capta perfeitamente o clima sempre tenso de todo o filme.Os diálogos ágeis e rápidos mostra facilmente que o filme é uma adaptação de uma peça teatral (assim como fica óbvio em Dúvida) , mas isso em nada atrapalha e somente contribui com o clímax das cenas cruciais.

E agora falo aqui do aspecto que mais me chocou positivamente em todo o filme as atuações poderosas do trio Jane Fonda,Anne Bancroft e Meg Tilly , todas tem seu momento crucial durante todo o filme , Meg Tilly extrapola , exagerada (no ótimo sentido da palavra) e é firme e decisiva em todas as cenas em que contracena.Já Jane Fonda e Anne Bancroft não precisam de muito escândalo pra mandarem bem , na técnica e nos fortes trajeitos de ambas personagens vemos como a química entre as duas é boa , ótima por sinal.
E o que falar da cena em que tudo é decisivo , é a cena onde temos a melhor interpretação das três atrizes , é tudo perfeito , os diálogos corridos , os cenários todo em branco mostrando uma tranquilidade um tanto falsa , a expectativa e definitivamente a revelação e é justamente onde temos a prova de que Jane Fonda e Anne Bancroft é duas das atrizes mais absurdas que o cinema já viu , o desmoronamento de suas expressões é coisa de gênios e a serenidade de Meg Tilly quando revela a verdade é fora do normal , uma das cenas mais incríveis que já presenciei.

Por fim Agnes de Deus é um filme obrigatório e ponto final !

Sinopse retirada do e-pipoca


Nota:10/10

Agnes de Deus (Agnes of God,1985)
Diretor :
Norma Jewinson
Roteiro : John Pielmeier baseada da peça Agnes de Deus de John Pielmeier
Elenco : Jane Fonda , Anne Bancroft , Meg Tilly

Little Boots - Hands

Posted: 28 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
4


Num site de música desses aê encontrei um texto falando super bem de um álbum de mais uma cantora britânica brilhante , única e linda e ainda tiveram a audácia de comparar essa cantora com Kylie Minogue.Resolvi correr atrás do álbum dessa cantora chamada Little Boots e minha concepção sobre o álbum é que parece que é a mesma coisa de quando eu ainda não tinha ouço , nada.

Primeiramente o álbum já começa errando na capa , mas como a capa do álbum é sempre incógnita , vamos falar do conteúdo que também quer dizer bem pouquinho.Acho que o início do álbum (que é também o primeiro single) foi bem escolhida New in Town é uma música bem pra cima e bem alto astral , mas acho que as melhores coisas do álbum ficaram mesmo pra faixa inicial.
Earthquake consegue o feito de pior o momento da interpretação de Little Boots chegando a ser uma música irritante , Stuck On Repeat , Click e Mathematics são músicas que logo chegando ao fim do álbum ficam esquecíveis , até mesmo porque o melhor momento do álbum fica mesmo pro fim.
Como disse no decorrer do texto que Hands era um álbum esquecível mas não completamente , temos ótimas músicas como No Brakes onde se encontra um dos melhores momentos de todo álbum , Hands que tem a melhor interpretação da Little Boots (claro sempre na baladinha) e ainda temos a ótimas Ghost que usa uma batida muito boa de se ouvir e Meddle que quando ouço me dá uma sensação de Deja Vu mas que é o tipo de música que funciona bem para o mp3 quanto para as pistas.

Por fim o uso marcante das batidas fortes durante todo o álbum da Little Boots não garantem um álbum perfeito e o posto rainha de pop britânico com voz fina continua da Kylie Minogue e provavelmente não será tirado nunca , aconselho se vocês curtirem esse tipo de Pop Britânico (parecido com Minogue,Girls Aloud versão com menos qualidade) acho que seria uma boa pra vocês mas pra mim não desceu completamente.


Melhor Música : Ghost
Pior Música : Earthquake

Nota:7/10

Um Sonho Possível

Posted: 26 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
8


Michael Oher é um jovem negro , filho de mãe viciada e não tinha onde morar.Com boa vocação para os esportes , um dia ele foi avistado pela família de Leigh Anne Tuohy andando em direção ao estádio da escola para poder dormir longe da chuva.Ao ser convidado para passar uma noite na casa dos milionários , Michael não tinha idéia que aquele dia iria mudar pra sempre sua vida , tornando-se mais tarde um astro de futebol americano.

Somente pela sinopse do filme eu nunca me vi interessado pelo filme , filmes com a temática futebol americano nunca me chamaram a atenção e esse não foi excessão , e me arrisco a dizer que foi um dos mais medíocres que já assisti.
Primeiramente achei interessante como o filme foi apresentado de forma criativa e diferente , pena que o criativo e diferente ficou somente pra cena inicial.
O roteiro é triste (no péssimo sentido) sem graça , bobinho e cai em diversos clichês que seria facilmente fugir deles mas o roteiro falho de John Lee Hancock é realmente irritante.

Falando em John Lee Hancock ele é o cara que leva o filme pro inferno , além de fazer um roteiro mal feito , a direção não arrisca , usa recursos que vemos em seriados como Cold Case é realmente triste de ver como uma pessoa é sem criatividade como John Lee.
Já o elenco do filme é meio frustrante , tão frustrante que o que mais funciona em todo elenco é a ótima química entre a dupla Quinton Aaron e Jae Head que nos entrega os momentos mais descontraídos do filme (já que é na descontração que o filme ganha mais força , lembrando que é um filme dramático) , Tim McGraw é apagado mesmo sendo com ele a cena mais importante do filme.

Já na tão falada (e babacamente premiada) atuação de Sandra Bullock chega a dar vergonha de saber que tanta gente votou pra Bullock vencer um Oscar de Meryl Streep,Gabourey Sidibe e Carey Mulligan , a personagem é apagada , insossa e não tem aquele brilho pra ser tornar memorável , infelizmente.

Por fim a impressão que eu tive quando terminei de assistir a Um Sonho Possível é que assisti a só mais um filme normal , sem a hype da temporada de premiações sem nada , somente mais um filme pra fazer bilheteria.
Filme aborrecido que somente é agradável que nem simpático consegue ser , se quer assistir repensa e escolhe outro.


Sinopse retirada do Adoro Cinema

Nota:4/10

Um Sonho Possível (The Blind Side,2009)
Diretor:
John Lee Hancock
Roteiro:John Lee Hancock
Elenco:Sandra Bullock , Tim McGraw , Quinton Aaron , Jae Head , Lily Collins , Ray McKinnon , Kim Dickens , Adriane Lenox , Kathy Bates

JCVD

Posted: 21 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
4


Jean Claude Van Damme é um astro de Hollywood , que passa por uma grande maré de azar.Após chegar aos Estados Unidos e logo atingir o sucesso , ele vê sua derrocada a partir da batalha judicial que enfrenta para ter a custódia de sua filha.Problemas com drogas,álcool e sonegações de impostos também prejudicam sua carreira.Em mais uma tentativa de se recuperar , ele retorna ao seu país natal em busca de paz e tranquilidade , é quando ele se vê envolvido em um assalto a banco , no qual filme gira em torno.

O filme é nada mais nada menos que chocante , por diversos motivos enfatizamos aqui vários deles.Primeiramente a parte técnica que de verdade me impressionou tanto a fotografia de Pierre Yves-Bastard que mescla o cinzento e o obscuro perfeitamente e um cenário de François Dickes simples e muito bem feito.
Outro fator chocante (e raro,raríssimo) é a atuação irretocável de Jean Claude Van Damme , que tem uma das performances mais honestas dos últimos anos (Mickey Rourke tá logo ali do lado) , na atuação vemos Van Damme interpretar ele mesmo de forma que nos faça nos identificar com sua pessoa e ao mesmo tempo perceber trajeitos de sua personalidade instável , como na cena em que ele tenta retirar o dinheiro do correio , no qual se irrita muito rapidamente.
Ao falar da interpretação de Van Damme é inevitável não falar sobre o monólogo interessantíssimo que Van Damme fala sobre sua carreira , seus defeitos e seu declínio em Hollywood , impecável.
Mas o melhor aspecto de longe do filme é a direção certeira , firme e direta de Mabrouk El Mechri , e destaco sua direção no enorme plano sequência em que vemos o processo do assalto ao banco de um segundo ponto de vista , incrível.

Por fim o filme tem lá seus defeitos , como o roteiro , mas que é totalmente relevado pela competência do El Mechri e da atuação belissima de Van Damme , recomendo horrores.


PS:curtiram o novo visual do blog , culpa do Cristiano Contreiras do Apimentário
PS²:Sinopse retirada do Adoro Cinema

Nota:10/10

JCVD (JCVD,2008)
Diretor:
Mabrouk El Mechri
Roteiro:Mabrouk El Mechri,Frédéric Benudis,Frédéric Taddeï,Vincent Ravalec,Christopher Turpin

Jamie Cullum - The Pursuit

Posted: 20 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
6


Minha relação com os trabalhos anteriores de Jamie Cullum eram raras , raramente ouvia algo de Jamie Cullum e pra falar a verdade nada nunca me impressionou , mas algo veio na minhas idéias de baixar esse álbum de Jamie Cullum que foi lançado ano passado , baixei e a reação que fiquei assim que terminei de ouvir o álbum foi , vou ouvir de novo.
O tem todo um marketing inicial super bacana , vamos analisar primeiramente com a capa do álbum que nos mostra belamente um piano sendo destruído e foi algo que achei bem bonito.Outro aspecto de estréia que temos do álbum é a 1° faixa do álbum , um cover DIVINO da música Just One of Those Things do Cole Porter e aquele solo de piano , é muito foda , mas de fato não é o melhor cover do álbum.E continuando na linha marketing inicial do álbum temos a ótima I´m All Over it , bacaníssima e com cara de single.
Mas falar de música boa desse álbum é meio que chover no molhado porque todas as músicas são válidas mas destaco aqui You and Me Are Gone , que tem aquele Jazz acelerado incrível que eu tanto aprecio.I Think I Love que tem todos os atributos para me agradar , falar de amor com uma interpretação única.E ainda tem We Run Things , que tem aquele ar meio descontraído do álbum que dar um gás ainda maior pra que o tempo gasto ouvindo o álbum seja muito melhor.
Mas agora falo aqui na nata do álbum o que o álbum tem de melhor começo aqui falando do cover de Don´t Stop the Music da Rihanna.
Jamie Cullum entra totalmente pro clube de Maria Gadú e Vanessa Da Mata pegar músicas chatíssimas/insuportáveis na voz do cantor original e meio que fazer quase uma obra prima (no caso de Gadú , Baba Baby da Kelly Chave e da Da Mata Um Dia,Um Adeus do Guilherme Arantes/Belo Bandido) , Jamie Cullum faz quase algo inexplicável com o lixo que era Don´t Stop the Music e simplesmente faz algo que dá vontade de levantar e bater palmas , fora do normal.
Nos finalmentes digo pra todos vocês que lêem meu blog e goste do gênero ou do artista , corram , ouçam isso que é um absurdo de tão bom.

PS:Sem contar na interpretação única que Cullum dava a cada música , trabalho único.


Nota:10/10

Melhor Música:I´m All Over It
Pior Música:Love Ain´t Gonna Let you Down , a música e LONGE , longe mesmo de ser ruim , mas sofre por ser a mais esquecível de todo o álbum , mas devo ressaltar que a letra é belíssima.

Brüno

Posted: 16 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
3


Brüno é um apresentador gay de um programa austríaco que tem como assunto centro a moda.Brüno é um jovem muito ambicioso , no entando a maior ambição de sua vida é se tornar famoso e com essa idéia Brüno viaja até Los Angeles com esse intuito na companhia de seu fiél escudeiro Lutz.E é a partir dessa premissa que começa uma série de atrocidades visuais.

Antes de começar a resenha propriamente dita , devo pensar na diferença entre o engraçado e o ridiculo , das duas uma ou o filme é tão engraçado que chega a ser ridículo , ou ele é ridículo por somente ser.
O filme é lotado de cenas sem graça , desnecessárias e dependendo até da pessoa ofensiva.
Mas é incrivelmente impossível não prestar atenção nos méritos do filme ou seja os assuntos tocados.Como a cenaem que a mãe praticamente vende a filha somente pelo dinheiro (uma dura crítica à exploração infantil disfarçada dos pais com os filhos) e também é impossível não rir na cena em que Brüno confunde totalmente a modelo com suas perguntas complicadas e destaco também a cena do típico silêncio constrangedor no acampamento e novamente é visível como precisa ser grotesco oara ser engraçado , pena que o filme andou pelo caminho errado.

Por fim Brüno é ágil e funciona perfeitamente como crítica mas como comédia deixa a desejar.


Nota:7/10

Bruno (Brüno,2009)
Diretor :
Larry Charles
Roteiro : Sacha Baron Cohen , Anthony Hines , Dan Mazer , Jeff Schafer
Elenco : Sacha Baron Cohen , Gustaf Hammasters

Rede de Intrigas

Posted: 13 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
4

Abaixo está abarrotado de Spoiler

Howard Beale é um aclamado âncora da rede de TV UBS.Depois do grande sucesso sua audiência despencou até se tornar inevitável sua demissão.Sabendo do iminente fim de carreira , Beale se despede do público dizendo que iria se matar.
Seu amigo e chefe , Max Schumacher tenta ajudar o lunático Howard , mas a sua loucura acaba sendo sucesso entre os telespectadores e repercute na imprensa , para delírio de Diana Christensen e Frank Hackett , os novos executivos do grupo mais interessado em audiência do que qualidade.

Pense num filme poderoso , pense num filme bem feito , pense num filme que trate de forma tão crítica e tão cruel que é a manipulação e a obscessão pela TV , desde dos telespectadores aos realizadores.
Começando pelo roteiro e a direção que trabalham numa sincronia invejável , e o aspecto que mais me agrada no roteiro de Paddy Chayefsky é a objetividade em que as decisões são tomadas e os diálogos longos e decisivos , que na maioria das vezes eram filmados em planos sombrios e dava espaço pra ator em questão arrasava.
E agora falando das partes técnicas do filme , a fotografia ,a Edição e até mesmo a Direção de arte dão um ar tão atual ao filme que teve horas que me perguntava se era realmente um filme de 1976.

Agora falo aqui o que mais me impressionou em todo o filme , primeiramente novamente devo dizer que Sidney Lumet é FODA , ele não só dirige seus filmes com uma firmeza e personalidade que chega a ser fácil reconhecer seus filmes , como também escolhe e dirige todos os seus atores como se fosse uma maestro regendo sua orquestra (Leandro filósofo de 6°) , começando pelo sempre explosivo e aspalhafatoso (positivamente) Peter Finch , que atuou como ninguém um puta lunático , e ainda temos três coadjuvantes que tem pequeno espaço em cena mas fazem totalmente justiça aos papéis cruciais a trama , são eles Ned Beatty , que manda super bem mesmo me incomodando bastante que justo na sua cena decisiva é filmada de bem longe (mas mesmo assim acho a cena ótima , nos mostrando de perto o receio que Howard tinha da demissão e vendo de que o futuro dele nada agradável tava por vim de forma berrante , como Ned faz na cena , ou seja a cena é uma grande metáfora do futuro crucial de Howard) , Beatrice Straight que em simplesmente uma cena ARRASA como uma mulher traída , expressa toda dor de forma perfeita , chega a dar vontade de abrasar e consolar a coroa , mas vencer Oscar por somente uma cena ?! Não sei , não assisti as outras indicadas , então não opino.

Mas na minha singela opinião William Holden , Faye Dunaway e Robert Duvall simplesmente reinam no filme.
Robert Duvall é poderoso , arrogante e babaca tudo ao mesmo tempo , numa sincronia perfeita.
William Holden é um dos grandes diferenciais de todo o filme , um dos poucos que usam mais da técnica do que da explosão , já que em mais trajeitos que ele reina durante todo o filme.
Mas pra mim Faye Dunaway é o grande nome do filme , Faye nos entrega uma vilã que tem o atributo para amar a personagem , a Diana de Dunaway num tem um traço sequer de caráter , definindo Faye está DIVINA EM CENA.

Por fim Rede de Intrigas é um dos melhores filmes que fala sobre todas as mutretas da televisão , um grande tapa na cara das grandes emissoras.


Ps:Devo dizer que entre tantas cenas espetaculares que o filme tem , nada mas nada mesmo supera a cena da conversa entre Max e Diana na hora da separação deles , é simplesmente a definição da vida de Diana.


Sinopse via Museu do Cinema

Nota:
10/10

Rede de Intrigas (Network,1976)
Diretor:
Sidney Lumet
Roteiro:Paddy Chayefsky
Elenco:Faye Dunaway,William Holden,Peter Finch,Robert Duvall,Ned Beatty,Beatrice Straight,Marlene Warfield

E o Oscar hein ?!

Posted: 8 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
6


No ano passado o Oscar teve sua cerimônia mais bem sucedida que eu já vi , Hugh Jackman arrasando na apresentação e tudo o mais , mas o nível caiu e a audiência subiu.
Pra começo de conversa tenho de elogiar aqui os ótimos Steve Martin e Alec Baldwin que foram ótimos apresentando a premiação , mas de diabos adianta ter um bom par de apresentadores se o diretor consegue cagar tudo , mas tudo mesmo , excluindo a apresentação dos indicados a canção e colocando participantes de um reality chato no qual é jurado , mas tá.
Falando de momentos bacanas da premiação uma delas foi a homenagem bacanérrima feita por Matthew Broderick e Molly Ringwald à John Hughes e outro ponto positivíssimo da premiação foi a presença e a vitória de Sandy Powell por A Jovem Vitória , ela dizendo pra parar de premiar somente figurinos de filmes de época foi tudo que sempre pensei , perfeita.
Mas tá os bons momentos acabaram por aí
Falando dos prêmios entregues , gostei muitíssimo do prêmio de filme estrangeiro a O segredo de seus olhos , que mesmo num tendo assistido já gostei pelo história da dupla Juan Jose Campanella e Ricardo Darín .
E o prêmio perfeitamente entregue a Kathryn Bigelow , pelo seu ótimo a Guerra ao Terror e concerteza entregue num dia perfeito , e que bom tapa na cara de James Cameron , mas foda-se.

Agora se você espectador que engoliu os prêmios entregue a roteiro , tipo desculpa mas você se contenta com pouquinho , é inadmissível que Geoffrey Fletcher (Precious) e Mark Boal (Guerra ao Terror) fizeram trabalhos melhores que Jason Reitman,Sheldon Turner (Amor sem Escalas) e Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios) , mas até aí tudo bem.
Também num consigo engolir Sandra Bullock vencendo o prêmio de melhor atriz de Meryl Streep e Carey Mulligan (ainda num vi Um Sonho Possível , mas tenho certeza que num é melhor falo logo) , mas vamos combinar , a simpatia de Sandrinha *-* é tão incrível e tão natural que releva qualquer injustiça (tá,mentira) mas que deu aquela amenizada no absurdo que foi.
E ainda teve o bacana prêmio dado a Jeff Bridges , gostei de ver vencer , mas num sei tenho que tirar a prova dos 10 entre Bridges e Colin Firth , o único que eu acho que podia bater Bridges.
E pra terminar falo do prêmio de melhor filme , como muitos acharam que eu tava torcendo pra Guerra ao Terror , digo torcia sim , mas minha torcida e preferência total era em Bastardos Inglórios , mas como eu sabia que numa ia vencer de forma alguma, , tava já conformado.
Terminando palhaçada e babaquice é o que define essa premiação !

Daniel Merriwheater - Love and War

Posted: 7 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
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Um dia desses , anos atrás , vi numa premiação de música britânica um quarteto tão poderoso , mas tão poderoso que futuramente todo esse quarteto se tornou quatro dos meus artistas preferidos (ah os artistas eram Mark Ronson,Amy Winehouse,Adele e Merriwheater em questão) e rapidamente cair de amores pelos quatro.
E no decorrer dos anos vi materiais inéditos incríveis de Mark Ronson , Winehouse e Adele , mas cadê o álbum do Merriwheater.Demorou mais saiu e pra falar a verdade , mas a demora do álbum foi totalmente perdoada com o ótimo material que Merriwheater nos entrega em mais uma parceria com Mark Ronson.
Falar de capa do álbum é meio que atirar no pé , porque é tudo sempre tão criatividade zero e é essa num é diferente das outras.
Como sempre gosto de comentar as faixas que abrem o álbum , particularmente acho que o início começa meio fraco com a mais ou menos For Your Money e logo de início com essa própria música percebemos como os vocais de Merriwheater é impecável.
Mas o álbum num é só elogios não e vou logo falando mal da única que merece meus comentários negativos é a chatinha Impossible , não é interessante , a letra não empolga e o excesso de LaLa e DaDa´s da vida é muito pra mim.
Mas temos coisas ótimas como Chainsaw que tem uma melodia encantadora,Cigarette que tem uma vibe início dos anos 70 e uma simples mas belíssima letra,a delicinha Could You,e ainda tem Not Giving Up que fala de dor de cotovelo (coisa que sempre rola nas produções de Mark Ronson) e terminado o álbum temos a incrível e lindíssima Giving Everythinh Away for Free .
Mas antes de terminar os comentários devo dizer aqui da participação especialíssima de Adele , tá a música Water and a Flame nem é tão memorável assim , mas só o evento de ter a mistura de tantas vozes tão inesquecíveis como a dos dois é algo fabuloso e na parte em que a música definitivamente explode (onde acontece meio que uma união da voz de ambos) é incrível , química absoluta entre os dois.
Por fim a espera por Daniel Merriwheater foi muito gratificante com o material ótimo que ele e Ronson nos entrega , total recomendado !

Nota:8.8/10

Melhor Música :
Cigarettes
Pior Música : Impossible

Brilho de uma Paixão

Posted: 6 de mar de 2010 by leo in Marcadores:
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Em Londres de 1818 , o jovem poeta John Keats é vizinho de Fanny Brawne , estudante de moda e mulher de opinião fortes.Seus mundo não podiam ser mais diferentes.Quando o irmão de John adoece , no entanto , Fanny oferece seus cuidados.
Encantado , John se aproxima da moça e se oferece para ensiná-la poesia.Os dois terminam se apaixonando , e no momento em que a mãe de Fanny e o melhor amigo de John descobrem o caso , já é tarde demais pra tentarem desaconselhá-los.O casal mergulha num romance obssessivo , no qual a paixão é tão forte quanto as turbulências.

Em quase todos os filmes que eu assisto crio expectativas , algumas muitas e outros nem tanto , mas com Brilho de uma Paixão a expectativa foi grande pela beleza técnica do trailer e por ser um filme de Jane Campion , diretora que gosto muito por sinal.Finalmente assisti Brilho de uma Paixão mas de fato rolou a decepção.
Primeiramente devo falar das atuações competentes , mas infelizmente foi nessa parte que me ocorreu a minha maior decepção , a atuação inssossa de Abbie Cornish tirou um pouco do brilho (demostrado perfeitamente no início do filme) da personagem no decorrer do filme , mas também vale ressaltar que Abbie Cornish foi perfeitamente feliz de mostrar toda a dor da pessoa que sofre por amor.
Ainda no elenco tínhamos o bom Ben Whishaw , o surpreendente (positivamente claro) Paul Schneider numa performance consistente , mesmo que a personagem dele sempre me dê a impressão durante todo o filme de que ele seja um desperdício e ainda temos a singela mas convincente Kerry Fox.

Agora é fato ressaltar que Brilho de uma Paixão é o filme que agrada todo tipo de forma de arte , a das mais populares , até as mais complexas , pra começo de converso , é óbvio ver o desfile de moda que temos no filme , a diversidade de figurinos feitos pra personagem de Abbie é vasto,cuidadoso e lindíssimos , prato cheio pros amadores de moda ( \o/ ) e ainda tem a espetacular fotografia , com imagens belíssimas e uma combinação de cores leves extraordinárias , sem contar com as locações DIVINAS e a trilha sonora espetáculo ou seja é de agradar a todos mesmo.
Mas agora temos a parte ruim do filme , não especificamente ruim , porque todo o conjunto do filme , com o desfecho da um resultado bem satisfatório , mas tem que ser falado do ritmo lentíssimo , quase parando e que em certas horas fica meio que impossível de acompanhar o filme com tanta lentidão e com isso me fez perder o interesse no filme diversas vezes.

Por fim Brilho de uma Paixão é somente decepcionante por conta da lentidão em que Jane Campion leva a história , mas é um filme incrivelmente satisfatório com diálogos belíssimos e um ato final triunfal.


Sinopse via Sinopses de Filmes,Novelas e Séries

Nota:9.5/10

Brilho de uma Paixão (Bright Star,2009)
Diretor:
Jane Campion
Roteiro:Jane Campion
Elenco:Abbie Cornish,Ben Whishaw,Kerry Fox,Paul Schneider,Edie Martin,Thomas Sangster